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Bom, ficamos um pouco sumidos do cenário, mas eu só queria voltar a escrever aqui quando a papelada estivesse já nos correios, rumo ao escritório em São Paulo... E eis que ontem à noite ela foi! Tão linda, tão completinha, tão rerererevisada...
Estou feliz... De verdade... Mas essa semana foi um pouco esquisita, um misto de tensão, de medo, de "e ses...". Acho que isso deve ser normal. É uma coisa que sempre quis, que sempre tive a mais absoluta certeza de que era o rumo que deveria tomar. E agora isso! Coitado, o Jório ficou meio perdido com as minhas convicções abaladas... Então resolvi jogar a culpa na TPM e comemorar o envio do dossier! Imaginei que as aflições também foram causadas por minha vida nômade que me trouxe diversas angústias por passar um ou dois anos em cada lugar antes da próxima mudança (não que tenha sido uma coisa totalmente negativa, de jeito nenhum, mas era inevitável passar por momentos de tristeza a cada despedida e a cada adaptação). E hoje, às 10:00 da manhã, nossos formulários, comprovantes, diplomas e certidões chegaram (espero que sim, foi o que os correios alegaram) ao seu destino final para dar início a outros momentos tensos de espera, de paciência e ansiedade. 480 gramas de papel contando um pedacinho das nossas vidas e que nos guiarão por essa jornada durante os próximos meses...
Nós só resolvemos abrir nossos planos para pessoas que estão passando pelo mesmo processo ou que já passaram por ele, como já explicamos no nosso primeiro post, e isso, por vezes, faz com que percamos um pouquinho o gás, por não poder falar com pessoas mais próximas de nós, dividir com nossos amigos queridos esse projeto tão importante. No entanto, conhecemos pessoas muito bacanas por aqui, através do grupo de discussão do yahoo Brasília-Canadá, que nos motiva sempre a ir em frente. Conversar com pessoas que dividem os mesmos sonhos é muito bom e estimulante. Sem falar nas novas amizades que surgem onde menos se espera.
Fui no domingo retrasado no encontro do grupo pela minha primeira vez. Fiquei extremamente feliz por ver o quão bem eu me sentia perto dos outros integrantes, o quão à vontade eu me senti no meio dessas pessoas e cada vez que as encontro (2, hahaha) ou leio os e-mails trocados, sinto-me com as energias renovadas para serem aplicadas com força total nos nossos planos...
Na próxima postagem colocarei as fotos do encontro, já que ressuscitei meu photoshop que andava meio moribundo (as fotos estão grandes demais, não há servidor que agüente).
Queria deixar aqui também registrado, um agradecimento (e fazer a propaganda) a um casal que mesmo sem querer, nos ajudou bastante, já que lemos o blog deles de cabo a rabo e muitas coisas que ainda não estavam bem claras ganharam várias explicações. Nos inspiramos muito nesse jovem casal com quem nos identificamos mesmo sem nunca tê-los visto, apenas por lermos suas histórias... Obrigada Babi e Wal pela super organização e disposição em compartilhar detalhes tão valiosos do processo de vocês e pela inspiração gratuita!
Claro que há dezenas de outros blogueiros que também forneceram informações preciosíssimas, mas não vou bajular muita gente agora não, vamos em doses homeopáticas para cada etapa do processo!!!! :)
Bises!! E boa sorte para todos nós!!
Essa semana começamos a nos mexer. Pausa para comemoração:
Êêêêêêêêêêêêêêêêêêê!!!!!!!
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Fortes emoções à parte, puxei o Jório pela orelha e nos sentamos frente ao computador para preencher os formulários (organização não é beeem o seu forte). O último formulário de Demande de certificat de sélection que baixei dava pra completar pelo computador mesmo, (devo ter baixado uns 3 rsrsrs) mas só ele que fornecia essa opção. Mas fomos preenchendo lindamente no computador mesmo pra depois ir com calma copiando em uma folha impressa, à mão mesmo. À medida que as perguntas iam passando a empolgação ia aumentando... É um passinho tão pequeno, tão primeiro de muitos, mas que já nos faz sentir dentro do processo.
Pretendo essa semana mesmo enviar essa papelada, com as cópias dos diplomas e das certidões e as fotos. Uma dúvida que ainda não sanei é a seguinte: Os formulários deverão ser preenchidos em francês ou português? Começamos a preenchê-los em francês, mas tivemos algumas dúvidas em relação à comparação dos diplomas e achamos que talvez seria possível preenchê-los em português, apesar das perguntas serem em Francês. Alguém pode dar uma luz??? :)
Pedi para o Jório ligar para a agência dele para aumentarmos o limite do cartão de crédito antes de enviarmos o dossier. A expectativa do gasto é fortíssima! rs Mais simples que tirar meias de buldogue, pelo telefone mesmo o assunto foi resolvido. Já não curto muito resolver pendências no banco: abrem muito tarde e fecham muito cedo. Bom saber que os tais "gerentes de relacionamento" funcionam por telefone também! Cartão liberado, formulários semi-preenchidos, agora a caça é a uns cartuchos de tinta para impressora! Posteriormente, banhinhos tomados, cabelos penteados e sorriso na cara: fotos padrão passaporte! Parece que estou "produzindo" um filho, de tão orgulhosa desse passo a passo... E nada mais justo que compartilhar por aqui!!!
Obrigada ao pessoal que apoiou nossa decisão de acelerar o processo e as inúmeras dicas registradas por aqui!!!
Bises!!!
Recebi muitos comentários dizendo para ficar tranqüila em relação ao francês, que é fácil, que em uns seis meses pode-se alcançar um nível bem satisfatório, etc e tal. Confesso que não é das minhas maiores preocupações.
Faz uns dois anos resolvi me enfiar em um cursinho por aqui. Cacei bastante e cheguei a duas opções: a clássica Aliança Francesa e a Cultura Francesa daqui de Brasília. Não gostei de um detalhe da Aliança que considero uma grande falha : as turmas são entupidas de gente. Durante alguns anos trabalhei em alguns cursinhos e escolas e sei muito bem que sala de aula lotada não funciona. E como aluna, acho pior ainda. Então optei pela Cultura Francesa, um curso bem pequeno, com duas salinhas de aula, pouquíssimos professores e pertinho da faculdade, o que facilitava bem o processo. Não me arrependi: o método utilizado é o Reflets, bem didático e interessante, os professores são muito bons e o ambiente bem agradável.
Passei um semestre lá e depois, por mudança de endereço e aumento das mensalidades, aproveitei uma promoção da Aliança Francesa e me mudei. Péssima escolha. Me jogaram em um nível muito mais avançado pois o estudo na Cultura é mais intenso, e eu não conseguia aproveitar nada. Por mais que eu pedisse para voltar para uma turma mais básica não me deixaram e o método Forum considero bem fraco. Esse semestre inclusive vi que mudaram os livros, já que havia muitas reclamações. Resultado: fiquei mais de um ano sem encostar no francês, até que esse semestre, antes das idéias de ir para o Québec surgirem, resolvi voltar à Cultura e retomar de onde parei. Estou muito satisfeita e Jório também entrou na dança. Ele já é formado em Francês, pela Aliança Francesa de Natal, tem um nível bem avançado, mais do que suficiente para passar umas 15 vezes na tal entrevista. Mas como somos cabeça dura queremos chegar lá com o idioma tinindo.. hehehehehe...
Estou tendo aulas particulares por lá com uma professora fantástica nativa da Costa do Marfim. Mais pra frente pretendemos pegar aulas particulares com algum nativo do Quebéc para poder treinar o ouvido, já que sempre que ouvimos o francês de lá, empacamos. É muito diferente! Resolvemos assistir um pouco de um programinha que enviaram por e-mail, não sei se vocês já tentaram ver... Caramba! Tem certeza que aquilo é francês??? (Tá, ouvindo o tal programinha quase surtei, mas resolvi fingir que nada aconteceu e continuar na minha caminhada rumo à fluência!) Testem seus conhecimentos assistindo a um pedacinho.. hehehehe Têtes à claques, com pronúncia de cartoon, mas juram que há gente que fala assim.. rs
Ah, e quanto ao Reflets, caso alguém se interesse, há os primeiros dois livros no site do MEC, com uma menina fazendo o papel de professora (bem chatinha por sinal...rs), e os vídeos com exercícios. Também tem algumas atividades aqui.
Divirtam-se!
Eu estava pensando em postar sobre o nosso curso de francês... Sobre o material que adquirimos na Livraria Cultura... Sobre nossas expectativas... Mas esse final de semana veio uma decisão que merece ser compartilhada: decidimos não esperar mais. Vamos preparar a papelada para enviar logo esse dossier!
A problemática da espera era por conta da minha formatura, que eu nem sei ao certo quando vai ser... Tenho duas opções: terminar o curso em 2 semestres ou em 3. E estou seriamente tentada a terminá-lo em 2. Mas de uma forma ou de outra, a ida para o Canadá não se alteraria taaaanto. E estamos observando que o processo tem demorado mais de um ano, diferentemente do que vinha acontecendo até ano passado, ou o iniciozinho desse ano. Eu não quero terminar a faculdade e não estar com esse processo pronto pra dizer Bye bye Brazil... E o Jório surta se eu disser que não vai dar pra ir em 2011 por conta da UnB.. hehehehee...
Bom, e tem um outro motivozinho beeeeem especial que nos motivou a optar pelo início imediato da primeira parte do processo: o psicológico. Queremos nos sentir caminhando e não somente ver todo mundo recebendo seus CSQ's e aplaudir. Quero me sentir mais perto desse sonho. Mesmo que eu não entre imediatamente com o processo federal, para não estragar a questão do tempo limite de espera de um ano após os exames médicos, não quero correr o risco de do nada, o processo resolver demorar 3 anos.. hehehehe (Não estou jogando água fria no plano de ninguém, viu??? :) É só porque quero tanto que isso dê certo que não pretendo que outros obstáculos resolvam atrapalhar o projeto... Os cálculos foram feitos, e daria tranqüilo para começar o processo agora, terminá-lo ano que vem e no outro ano, zarpar. Se a primeira etapa for curta, nós esperamos um pouquinho para iniciar a segunda... E enquanto isso, vamos dando o gás no francês!
E vamo que vamo!!!!!
Bisous!
Escuto e todo mundo falar do Skype, que é isso, que é aquilo, que para fazer ligações internacionais é isso e aquilo. Bom, já usei o Skype por um tempo e hoje em dia ele fica obsoleto aqui no cantinho inferior direito da tela. Na maioria das vezes, offline... Há uns dois anos, mais ou menos, um amigo que caça todos os tipos de descontos do mundo me passou a dica do Just Voip. Segue basicamente os mesmos princípios do Skype, só que na minha opinião, a conexão é melhor e os planos, idem. Mesmo aqui no Brasil, moro distante dos meus parentes, assim como da família do Jório. Só usamos esse programinha básico para telefonar, o que já nos economizou preciosos reais!!!
O dito cujo funciona assim: você baixa a criança lá no site dele www.justvoip.com ou no brasileiro que te encaminha para ele www.justvoip.com.br e instala normalzinho, como qualquer outro programinha de mensagens. Se preferir, antes de colocar qualquer quantia de crédito, pode fazer um teste, ligando para qualquer número fixo por alguns minutos para conferir que o negócio funciona. Mas é claro que a sua conexão deve ser banda larga, com no mínimo 1Mb, para que o resultado seja satisfatório. Bom, programa instalado, agora vem a parte da grana: usando o cartão de crédito, você escolhe quanto colocar na sua conta. Eu sempre coloco 10 Euros; enquanto você possuir crédito, poderá fazer ligações para qualquer telefone fixo do Brasil e de uma série de outros países que estão listados no site, como o próprio Canadá, boa parte da Europa, vários países latinos, etc. E esse crédito fica intocado durante 4 meses. Assim que esses 4 meses expiram, as ligações passam a ser cobradas, mas a uma taxa irrisória de alguns poucos centavos o minuto. Ou seja, os meus 10 euros geralmente rendem uns 6 meses.
A ligação para celulares não é boa, quanto a isso não sei se o Skype ganha... Mas como não sou fã mesmo de ligar para celulares, fica elas por elas... Ah, e outra coisa, para fazer as ligações, deve-se digitar, antes do número do telefone, 00 (zero zero) e o código do país (55 no caso do Brasil), mesmo que a ligação esteja sendo feita de um computador daqui do Brasil mesmo. Ah, e não se utiliza operadora.
Então é isso, fica a dica para os que não conhecem, e a propósito, não estou ganhando nenhuma comissão pra propagandear, viu :) ? Gosto e elogio, só isso!! hehehe Claro, de vez em quando há uns probleminhas na conexão, às vezes há eco ou um pequeno atraso, mas vou falar a mesma coisa que falo pros meus pais quando eles reclamam da ligação: não reclama, é de graça!!! hehehehehe
Façam bom proveito!
Bises!
Ps: Dá pra instalar o programa em Português, mas ouço muita gente reclamar porque é Português de Portugal... Se quiserem instalar em Inglês mesmo, tem um vídeo explicativo no site brasileiro, que mostra o passo a passo da instalação.
A nossa família é pequenininha, mas de peso... Além de Jório e eu, há as duas coisinhas mais horrorosas e lindas da face da terra, nossos buldoguinhos franceses. E em hipótese alguma os deixaremos no Brasil quando formos finalmente para o Canadá. Já estamos conversando bastante com eles (!) e não acho que haverá problemas, já que para os dois, onde estivermos, está ótimo. Desde que estejam conosco, estão felizes.
Pois é, venho procurando bastante informação acerca de levar animais para lá, e felizmente, o que tenho encontrado não nos desanimou. Parece que não há uma dificuldade muito grande no processo. Eu morei em Honduras por dois anos e levei uma labradora. Era a minha menininha, de seus 30kg, com sua passagem quase tão cara quanto a nossa. Mas não deixo no Brasil de jeito nenhum!! Não foi difícil levá-la, foi só caro.. hehhehehee
Nossos buldoguinhos são gordinhos. Anita pesa 14,5 kg e Bóris, 12,0 kg. Ou seja, juntos, dá um labrador! Temos duas caixinhas, que compramos quando eles chegaram aqui em casa, mas essas já não vão ser aceitas, já que os dois resolveram personalizar as benditas, roendo os pontos onde a portinha se encaixa. E talvez compremos duas diferentes dessa vez, pois eu cismo que elas são pequenas demais (apesar do veterinário jurar que não). Imagina você viajar não sei quantas horas fechado em uma gaiola poucos centímetros maior que seu corpo? Sou claustrofóbica, só o pensamento já acelera meus batimentos cardíacos!
Achamos umas informações interessantes no site da Air Canada, com tudo o que eles exigem para o transporte de pets. Também lemos uma série de instruções no blog Quebecoisa, desde o transporte junto com os donos até o envio dos animais quando os donos já estão no Canadá. Vale a pena conferir!
Temos pensado também em introduzir aquele microchip de identificação, vamos pesquisar sobre isso também, e tem o site AnimalTAG, que vende todos os apetrechos e a tecnologia, e no site você encontra uma lista das clínicas veterinárias que são credenciadas. A dos meus bebês está na tal lista, daqui a pouco vou atrás disso com a Veterinária.
Fica aí umas fotos das crianças e nossas, já que até então, estávamos sem rosto...
Anita e eu aqui em casa:

Jório e Bóris na Ermida Dom Bosco

Bóris pronto pra ser despachado!

Anita na pracinha em frente de casa:

Jório e eu no dia do nosso casamento:

Prazer e beijos a todos!
Já devo ter lido uns 15 posts explicando o porquê de tantas pessoas quererem deixar o Brasil e ir para o Canadá. E os motivos são sempre muito parecidos, e na minha opinião, todos válidos. Busca-se segurança, melhor qualidade de vida, outras oportunidades e muitas vezes, uma aventura na vida. Concordo com todas. Talvez eu não acrescente muita coisa a essa lista, mas de qualquer jeito, explico aqui os meus motivos...
Até alguns anos atrás, eu não me dava conta do quanto somos tolidos de nossos direitos e de nossa liberdade nesse país. Principalmente nós, mulheres. E somos educadas para se ter cuidado com tudo e com todos, para não ir sozinhas a alguns lugares, recebo e-mails diários mostrando como é que se pode evitar um estupro ou um seqüestro relâmpago. Estou feliz com tudo isso?? Não mesmo... Quando morei no Canadá, eu descobri que era possível eu ir para qualquer lugar sozinha, sem ter que recorrer a uma companhia masculina para me "proteger". Isso pra mim não tem preço. Só isso já valeria todo o esforço, toda a mudança. Eu quero poder usufruir da liberdade à qual tenho direito, e sei que isso é possível.
Não sou uma neurótica com ordem, com organização (há controvérsias, segundo meu marido). Mas definitivamente a bagunça que rege nosso país me irrita profundamente. Sinto uma agonia absurda ao ver que só piora, e em todos os lados, em todas as camadas da população. Não suporto ver como todos só querem se dar bem, em detrimento ao bem comum. A nossa sociedade é egoísta, desigual e injusta. E estou cansada disso. Quero viver onde os valores sejam outros, onde se valorize o ser humando e a coletividade.
Eu e Jório somos casados há pouco tempo, mas temos bem claro para nós que quando quisermos aumentar a nossa família, não pretendemos criar um filho nessas condições que mencionei. Lembro-me quando criança de ter um monte de gente super preocupada comigo, se eu estava fora de casa, até que horas, com quem, por onde ia, como iria para a escola, etc. Não é à toa que achamos mais do que natural ver vários carros blindados no Rio de Janeiro e em São Paulo, seguranças por todos os lados, jornais trazendo notícias trágicas todos os dias. A violência já está banalizada e faz parte do nosso dia a dia como se fosse impossível riscá-la de nossas vidas.
Quero ir para um lugar onde eu possa me deslocar com minha bicicleta sem medo de ser assaltada a cada esquina, tomar um tiro por causa disso, ter que me aventurar entre motoristas insadecidos e motociclistas abusados. Confesso que não tenho tido muito sucesso com minha magrela aqui em Brasília...
Quero uma educação de qualidade para meus futuros filhos, em todos os aspectos possíveis, uma educação que não dependa de escolas caríssimas que ensinam tudo sobre física, química e matemática, mas sim uma educação que comece no bairro, passe pela escola e se baseie completamente nos valores em que acredito, que permeiem uma sociedade que busco.
Quero ter uma vida digna. Poder viver plenamente o que realmente importa. O que sinto que é verdadeiro. Por isso quero ir embora... Sei que não há um lugar perfeito, que sempre há coisas que não concordamos, mas sei que posso estar em um lugar melhor que aqui, que não estou satisfeita com o que vejo e vivencio no Brasil. E sei como é que me senti nos três curtos meses de Vancouver e é o que quero para mim, para meu marido, para meus buldogues e para quem quer que partilhe dessas mesmas vontades...